Sistema Clinimers para elaboração e armazenamento de exames cardiopulmonares.
Acesso restrito a usuários autorizados.
CLINIMERS — TCPE Integral
Protótipo funcional v0.52 • 9 painéis de Wasserman reconstruídos
Teste Cardiopulmonar de Esforço
1. Caracterização do Exame e do Esforço
Exame realizado com
,
,
e
Teste de esforço cardiopulmonar realizado em esteira ergométrica Inbrasport ATL, em protocolo incremental, para
. Interrompido por
aos —.
2. Resposta Eletrocardiográfica e Hemodinâmica
A. Repouso
A1. ECG de repouso
Configurações de ECG de repouso
FC basal—
RR mediano—
PR estimado—
QRS estimado—
QT estimado—
QTc—
Medidas automáticas ainda não calculadas.
RITMOAguardando
EIXO FRONTALAguardando
CONDUÇÃOAguardando
QTcAguardando
ECTOPIAS NO REPOUSOAguardando
ST–T BASALRevisão visual
QUALIDADEAguardando
CONFIANÇAAguardando
Repolarização ST–T, bloqueios específicos e critérios de sobrecarga requerem revisão visual. As estimativas automáticas não substituem a confirmação médica.
Régua manual do ECG de repouso
Arraste as réguas verticais diretamente no traçado. A régua exibe apenas dois QRS: o complexo à esquerda é destinado ao cálculo da frequência cardíaca e o complexo à direita às demais medidas (P, PR, QRS e QT). Posicione R e R2 em ondas R consecutivas para calcular automaticamente o intervalo RR e a frequência cardíaca.
Aguardando traçado de repouso.
A2. Pressão arterial de repouso
Pressão arterial de repouso —: —.
B. Esforço e recuperação
B1. ECG
Configurações de ECG de esforço e recuperação
Revisar candidatos da triagem de ritmo
Revisão multiderivação do candidato
Revisar EVs detectadas
Clique em uma EV para mostrar no traçado bruto acima o bloco em que ela foi detectada.
B2. Frequência cardíaca
——
B3. Pressão arterial
Pico — • Recuperação 1º min — • Recuperação 3º min — •
PAS 3º min/PAS pico — •
PAS 3º min/PAS 1º min —.
3. Resposta Cardiopulmonar ao Exercício
A. Capacidade funcional e intensidade metabólica
Esforço de intensidade aguardando dados, atingindo RER de —.
O VO₂ pico foi de — e o valor relativo ao peso corporal foi de — (— do valor predito), Classificação aguardando dados.
Classificação VO₂ pico/máximo: aguardando análise da curva terminal de VO₂.
Velocidade: — / Inclinação: — / FC: — / Borg: —
B. Limiares metabólicos e ventilatórios
B1. Primeiro limiar — Limiar Anaeróbio Ventilatório (LAV)
O VO₂ no LAV foi de — (— do VO₂ pico previsto; classificação aguardando dados).
Velocidade: — / Inclinação: — / FC: — / Borg: —
B2. Segundo limiar — Ponto de Compensação Respiratória (PCR)
O VO₂ no PCR foi de — (— do VO₂ pico/máximo atingido).
Velocidade: — / Inclinação: — / FC: — / Borg: —
C. Resposta circulatória
O pulso de O₂ (VO₂/FC) pico foi de — mL/batimento (— do valor predito), com curva ascendente.
A relação ΔVO₂/ΔWR foi de — mL/min/W .
D. Resposta ventilatória e trocas gasosas
A eficiência ventilatória apresentou VE/VCO₂ slope de —, classificação aguardando dados.
A reserva ventilatória foi de —, encontrando-se classificação aguardando dados.
A SpO₂ foi de — em repouso e — ao final do esforço, correspondendo a —, classificação aguardando dados.
A PETCO₂ foi de — mmHg em repouso, — mmHg no LV1/LAV, — mmHg no PCR e — mmHg no pico, interpretação aguardando dados—.
E. Índices integrativos e recuperação
O OUES foi de — L/min/log(L/min), correspondendo a — do valor previsto (— L/min/log(L/min)), interpretação aguardando dados.
Referência metodológica: OUES calculado pela regressão VO₂ = a·log₁₀(VE) + b (a = OUES), conforme Baba et al.; valor previsto conforme equações de referência de Sun et al.
Na recuperação, o T½ do VO₂ foi de —, interpretação aguardando dados.
Quanto à ventilação oscilatória ao esforço (EOV), o padrão foi não caracterizado automaticamente.
4. Faixas Fisiológicas de Treinamento
Abaixo do LAV — domínio moderado
Entre LAV e PCR — domínio pesado
Acima do PCR — domínio severo
Velocidade—
/ FC —
Estas faixas servem como referência fisiológica para individualização da intensidade e não constituem, isoladamente, prescrição de treinamento. LAV e PCR são utilizados como âncoras fisiológicas individuais obtidas no TCPE; o PCR é empregado operacionalmente como referência para a transição ao domínio severo.
5. Conclusão Integrada
Classificação global: aguardando dadosA classificação será atualizada após a análise dos dados disponíveis.
Classificação final pelo médicoRevise a sugestão automática, escolha exame normal ou anormal e mantenha apenas os fatores que deseja considerar na classificação final.
Luciano Rodrigo Silva de Oliveira
Médico Cardiologista
Laudo elaborado seguindo as recomendações da Diretriz Brasileira de Ergometria da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Diretriz Brasileira de Ergometria – 2024. Arquivos Brasileiros de Cardiologia.
Espirometria pré-teste
Parâmetros da MFVL / espirometria de repouso
Parâmetro
Valor
Prev.
LLN
% previsto
Z-score
Referência de normalidade: —
Interpretação automática da espirometria de repouso
Baseada exclusivamente nos parâmetros numéricos exportados pelo MetaSoft
Confiança —
Padrão numérico—
CVF—
VEF1—
VEF1/CVF—
Interpretação baseada em CVF, VEF1 e VEF1/CVF em relação ao LLN/Z-score. Revise antes de confirmar o laudo.
SpO₂ × tempo
Eixo X: tempo do exame. Eixo Y: SpO₂ (%). Série temporal obtida diretamente do XML MetaSoft.
Interpretação da Saturação de O₂Aguardando dados do exame.
Gasto energético e oxidação de substratos ao longo do exame
Calorias (kcal/h)Carboidrato (g/h)Gordura (g/h)
Avaliação de Performance do Atleta
O laudo clínico acima permanece obrigatório. Esta seção acrescenta a avaliação de performance ao laudo clínico.
Atleta selecionado
Gráficos fisiológicos de Wasserman — 9 painéis
Reconstrução a partir das séries condicionadas do XML. O fundo sombreado diferencia repouso, exercício e recuperação; as cores originais das curvas e dos pontos são mantidas. Linhas verticais indicam LAV e PCR quando identificados.
Interpretação dos gráficos de Wasserman — 3 blocos verticais
Tabela sinótica
Tabela de dados do exame
Amostragem temporal do XML MetaSoft. São apresentados VO₂ relativo ao peso, frequência cardíaca, velocidade ou potência, gasto energético, utilização de carboidratos e gorduras, pressão arterial e SpO₂ quando disponíveis no arquivo.
Registros eletrocardiográficos — exemplos em 13 derivações
Janelas de ECG disponíveis no arquivo TCP, organizadas no padrão clínico do laudo ErgoPC: 12 derivações em grade e CM5/canal selecionado como tira longa de ritmo. Estes registros são amostras do exame, não um ECG contínuo de 13 derivações.
Traçado de ritmo contínuo
Derivação: —
Escala temporal em verificação • Amplitude relativa, sem calibração em mV
Amostras originais em ordem de aquisição. O tempo indicado é relativo ao início de cada trecho. Mudanças de fase ou continuidade não confirmada iniciam outro trecho: não medir intervalos RR entre trechos distintos.
Laudo elaborado seguindo as recomendações da Diretriz Brasileira de Ergometria em População Adulta – 2024, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
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